Windows 8 Store

A Microsoft divulgou novidades de como irá funcionar sua loja Windows 8 Store, que trará aplicações e conteúdos para o novo sistema operacional.

Segundo a Microsoft, a loja será a principal fonte para os usuários finais adquirirem aplicações no estilo Metro (nova interface do Windows 8), porém a compra ou a instalação de alguns programas poderá ser feita com a indicação de um link externo.

A loja também será responsável por instalar e atualizar essas aplicações. Os updates ocorrerão de forma automática, por meio da conexão à internet.

A Windows 8 Store também trará suporte para quem possui múltiplos PCs, pois será possível readquirir aplicações compradas anteriormente em um computador diferente. Cada aplicativo poderá ser instalado em até 5 máquinas.

A loja também fará o controle de quais apps já foram adquiridos em outros computadores e permitirá que faça a instalação de uma só vez na mesma máquina.

A Windows 8 Store estará disponível já com a versão beta do Windows 8, que foi oficialmente confirmada pela empresa para fevereiro de 2012. Já a versão final do sistema deve chegar aos consumidores no segundo semestre deste ano

Microsoft apresentou ontem (06) detalhes da Windows Store, sua loja de aplicativos que virá embutida no Windows 8.

A loja terá conteúdos desenvolvidos exclusivamente para o sistema Windows 8, assim como ocorre atualmente com a Mac App Store (para computadores Mac, da Apple) e a Chrome Web Store, dedicada ao navegador do Google.

De acordo com a Microsoft, a Windows Store estará disponível já com a versão beta do Windows 8, que foi oficialmente confirmada pela empresa para fevereiro de 2012.

 

A Windows Store terá como diferencial das outras lojas a possibilidade do usuário utilizar um aplicativo demonstrativo gratuitamente. Assim, o usuário poderá baixar um app em modo trial para testar suas funcionalidades; e se gostar, poderá comprá-lo.

 

O formato do pagamento na loja seguirá o adotado também pela Apple, onde a Microsoft poderá ficar com 30% do valor total do aplicativo vendido. Caso o valor do faturamento alcance US$ 25 mil, a cobrança cairá para 20% do valor. Além disso, os desenvolvedores poderão optar pelo sistema de pagamentos que desejarem, não sendo obrigados a manter a sugestão oficial da Microsoft.

 

A Microsoft também irá criar uma integração da Windows Store com o navegador Internet Explorer 10, oferecendo atalhos para aplicativos baixados na loja diretamente no browser.

 

Segundo a Microsoft, a Windows Store chegará a todos os países onde o Windows terá uma versão local (serão mais de 120 línguas diferentes). E os 40 mercados mais importantes para a empresa (provavelmente o Brasil está entre eles) poderão oferecer aplicativos pagos em moeda local.

 

Além disso, desenvolvedores que quiserem criar aplicativos para a Windows Store poderão participar de um concurso até o dia 8 de janeiro de 2012. Será necessário criar um app no formato Metro (nova interface do Windows 8), para concorrer a um notebook, um ano de assinatura do Windows Azure (serviço de cloud computing da Microsoft) e dois anos de assinatura da Windows Store.

Cha de graviola combate o cancer hoax

Este texto é um Hoax (“embuste” numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na Internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas “correntes”, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso; supostas campanhas filantrópicas, humanitárias, ou de socorro pessoal; ou, ainda, avisos sobre falsos vírus cibernéticos que ameaçam contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Graviola

Graviola

A graviola (Annona muricata) é uma grande aliada no combate a diversos tipos de câncer.

Há pesquisas nos EUA indicando que vários dos ingredientes ativos da graviola matam células malignas de 12 diferentes tipos de câncer, incluindo mama, ovário, cólon, próstata, fígado, pulmão, pâncreas e linfomas.

Usando o extrato da graviola é possível combater o câncer com uma terapia completamente natural, que não cause efeitos secundários severos, como náuseas e perda de cabelo, pois a graviola, por ter ação seletiva, destrói apenas as células doentes, protegendo as células saudáveis, ao contrário da quimioterapia, que sai matando todas as células indistintamente.

Algumas partes da árvore, como casca, raiz e fruto, são usadas há centenas de anos pela população indígena do Sul da América para o tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas no fígado e artrite.

OBSERVAÇÕES

O tratamento com a graviola no combate ao câncer pode ser combinado com vitaminas A, E, C (naturais, e não sintéticas) e selênio.

Antes de comprar o extrato da graviola verifique a dosagem (não pode ser menos de 600 mg) e a procedência, pois há muitos laboratórios que não usam a erva pura. Portanto, pesquise bem antes de comprar.

 

A graviola é uma árvore que cresce até 10 m. de altura, quase sempre apenas a metade ou ainda menos, dependendo da região e do clima. A casca do caule é aromática, as folhas são alternas e crescem até 15 cm de comprimento por 7 cm de largura, verdes e vernicosas na página superior e com bolsas na axila das nervuras laterais na página inferior, ligeiramente tomentosas. Inflorescência cauliflora, brotando da casca velha do caule e dos ramos. Pedúnculos robustos. Cálice com lobos triangulares e agudos. Flores axilares, solitárias, sub-globosas, amareladas com seis pétalas grossas e carnosas.

O fruto é uma baga de forma irregular, mais ou menos ovóide, até 30 cm de comprimento e 12 cm de largura, com epiderme verde escura, espessa, areolada (carpelos soldados), cada aréola ou saliência cônica tendo no ápice um espinho comprido, mole e recurvado, verde, enquanto jovem, depois castâneo-ferrugíneo e com as extremidades quase pretas. O fruto pode atingir grandes dimensões, mas raramente excede 2 kg. (1)

 

Esta planta, que é a espécie típica do gênero, porquanto foi a primeira descrita e desenhada, já era objeto de cultura antes das chegada dos europeus, no processo de conquista e colonização do Brasil. Numerosos autores asseguram que ainda hoje é encontrada silvestre nas matas de várias ilhas antilhanas (Cuba, Haiti, Jamaica, Porto Rico), na América Central e até na Venezuela, sendo levada para outras regiões da terra, como África, Ásia, inclusive o Brasil, que provavelmente recebeu as primeiras mudas em 1750, procedentes da Jamaica e introduzida no Pará por iniciativa de Manuel Mota de Siqueira. Entretanto Gabriel Soares de Sousa já fazia referência à existência desta excelente fruteira na Bahia em 1587, com o nome de araticu. (2) Em outros países onde foi introduzida tornou-se subespontânea (inclusive na Amazônia) e em todo o mundo é mais ou menos cultivada, sempre frutificando desde o terceiro ano de idade.

 

No Brasil é mais conhecida com o nome de graviola. Na Bahia é chamada também de curaçau e ata-de-lima ou jaca-de-pobre em Camamu, assim como araticum. Em Minas Gerais é chamada de ata, coração-de-rainha, jaqueira-mole. No Haiti é conhecida como anon, em Cuba e no México como guanábana. Na África, onde também foi introduzida é conhecida como sap-sap. Na ilha de São Tomé é conhecida como coração-da-Índia ou coração-de-preto (1) (3) (4) (5)

 

Os frutos, em estado verde são usados para combater a disenteria e úteis contra as aftas das crianças (sapinhos). No Brasil, come-se como legume, cozidos, assados no forno ou fritos em fatias. Depois de maduros, a polpa tem um aroma agradabilíssimo, misto de maçã e de pêra, e o sabor, ligeiramente ácido, lembra o perfume do abacaxi e do morango.

Quem conhece o fruto corta-o no sentido vertical, tira-lhe a polpa e abandona a parte externa, que é fedorenta, dura e coriácea, tendo paladar amargo e desagradável, terebintáceo. Essa polpa, parecendo algodão em rama molhado e tendo consistência semelhante à manteiga, é comestível, porém constituída por celulose quase pura e de difícil digestão e por isso o seu melhor aproveitamento consiste em extrair o suco, para o preparo de bebidas refrigerantes e sorvetes, reconhecidamente deliciosos, bem como para geléias e marmeladas, consideradas peitorais, antiescorbúticas, diuréticas e febrífugas. (1) O óleo essencial extraído das folhas e dos frutos verdes tem cheiro pouco agradável, mas misturado ao óleo de amêndoas ou de amendoim, é indicado em fricções nos casos de nevralgias e reumatismo. (9)

 

Segundo Theodoro Peckolt, o pioneiro fitoquímico de origem alemã, que estudou as plantas medicinais no Brasil, as folhas contusas e misturadas com azeite quente servem para resolver os furúnculos e abcessos. A casca da raiz é indicada como tinguijante de peixes. Os frutos verdes, externamente, reduzidos à consistência pastosa servem para curar as aftas de crianças (sapinhos). (10)

 

Em levantamente etnobotânico realizado pela Prof. Maria Elisabet van den Berg no Pará, a graviola foi indicada para o tratamento de diabetes, e como calmante e anti-espasmódico. (19)

 

Hoehne também reconhece que as folhas são prescritas para eliminar vermes intestinais e em forma de decocção para resolver abcessos. Frederico Carlos Hoehne, grande botânico brasileiro, reconhecido internacionalmente, não tinha formação acadêmica. Quando acompanhou a Comissão Rondon em 1908, Hoehne foi nomeado apenas como ajudante de botânica, numa comissão que não possuía nenhum botânico, quando na verdade era apenas jardineiro-chefe do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Todo o trabalho de botânica da primeira expedição foi realizado exclusivamente por Hoehne! Pois bem, Hoehne é um dos mais prolíficos autores botânicos brasileiros, produzindo desde 1910 até sua morte em 1959, 478 títulos bibliográficos, artigos e livros, produzindo um total de 11.000 páginas! Do herbário da Comissão Rondon foi responsável pela coleta de 10.000 exsicatas. Hoehne descobriu novos gêneros e novas espécies ao longo de toda a sua carreira, sendo responsável pela identificação de aproximadamente 400 novas espécies. (11) (18)

 

Narciso Soares da Cunha, farmacêutico e doutor em medicina, afirmava em 1941 que as folhas da graviola eram indicadas para combater a glicosúria e o diabetes. (12) Também o Dr. Flavio Rotman reconhece que a infusão das folhas da graviola são muito utilizadas pelos diabéticos para baixar a glicose sanguínea elevada. (14)

 

O botânico Caminhoá, no século XIX, reconhece que os frutos verdes são adstringentes e úteis contra a disenteria, assim como contra as aftas e que as folhas, fritas com óleo ou fervidas são úteis no tratamento do reumatismo.

 

O Prof. Dias da Rocha, reconhece em seu formulário editado pela primeira vez em 1919, que as folhas da graviola são sudoríficas e peitorais. Indica nesses casos a infusão das folhas, 3 g. para 200 ml. de água fervente, na tosse e em todas as suas manifestações, durante uma semana. Apesar de não ser médico, como naturalista autodidata, coletava exemplares da flora, fauna, rochas, minerais e peças indígenas do Ceará e, além disso, como homeopata atendia em sua residência vasta clientela, composta de gente pobre, para quem receitava gratuitamente e às vezes fornecia o remédio. A sua especialidade era tratar de crianças. Hoje em dia todo o seu acervo constitui o Museu Dias da Rocha em Fortaleza.

 

Em análises de plantas oriundas da República Dominicana foi verificada a existência de ácido cianídrico na raiz, no fruto verde, nas folhas e nas flores. (1) Outros autores também confirmam estas análises, já que na África a casca da raiz contém ácido cianídrico e por isso são usados como venenos para pescar. (6)

 

Os índios Waimiri Atroari cultivam também a árvore. A infusão das folhas é usada para reduzir os níveis de glicose no sangue e na Guiana Francesa são usadas como sedativo. Na República Dominicana os frutos são usados como cataplasma para estimular lactação nas mulheres que estão amamentando. Extratos das folhas tem poderoso efeito hipotensor em cobaias. (6) (7)

 

A decocção dos rebentos novos das folhas é usada em Cuba contra a tosse para desobstruir os brônquios ou em fomentos contra as inflamações externas e para lavar os pés inchados. O refresco do fruto é indicado para hematúria (sangue na urina), assim como facilita a secreção urinária e alivia a uretrite. A infusão das folhas é considerada sudorífica. No eczema, coloca-se as folhas sob a forma de emplastro e se cobre com um pano. Segundo Grousourdy, em Cuba, as folhas e os brotos tem propriedades antiespasmódicas e estomáquicas e constituem um remédio popular muito útil contra as indigestões, já que facilitam as digestões difíceis. Os nativos, segundo Groussourdy, utilizam as folhas tenras molhadas com saliva nas carnosidades que aparecem no entorno das cauterizações, eliminando-as em muito pouco tempo e sem dor, não deixando cicatrizes. A polpa do fruto aplicada como cataplasma, durante 3 dias, sem trocar, nas feridas provocadas pelos bichos-do-pé (Tunga penetrans) elimina-os. Ao retirar a cataplasma, as chagas apresentam melhor aspecto e curam com maior facilidade. O pó das sementes trituradas é eficaz para matar piolhos. A tintura macerada com as sementes trituradas em bebidas destiladas tem propriedades vomitivas muito enérgicas. (4)

 

Na Venezuela, segundo Pittier, a graviola é conhecida também como guanábano, e as folhas, em infusão, são usadas para combater a diarréia. (8)

 

Em Angola, na África, os curandeiros negros empregam, em casos de disenteria e diarréia, a decocção das sementes trituradas. (5)

 

Em pesquisas mais recentes, o Prof. Edile de Medeiros Sampaio e colaboradores da Universidade Federal do Ceará (1974), reconheceram o potente efeito hipoglicemiante das folhas de graviola. (13)

 

No livro mais atualizado que existe no Brasil sobre plantas medicinais, o livro do Prof. Matos e de Harri Lorenzi, se reconhece os diversos usos medicinais baseados na tradição popular, registrados na literatura etnofarmacológica. Acrescenta que recentemente tem crescido muito o uso do chá das folhas como agente emagrecedor e medicação contra alguns tipos de câncer.

 

No citado livro, o estudo fitoquímico mostrou que as folhas contém até 1,8% de óleo essencial rico em beta-cariofileno, gama-cadineno e alfa-elemeno, enquanto que o obtido do fruto ésteres e compostos nitrogenados como substâncias responsáveis pelo seu aroma. Na composição química do fruto estão presentes açúcares, tanino, ácido ascórbico, pectinas e vitaminas A (beta-caroteno), C e do complexo B, enquanto nas folhas, casca e raiz desta planta vários alcalóides foram identificados descritos como reticulina, coreximina, coclarina e anomurina. Nas sementes, nas folhas, casca e raízes desta planta foram encontrados o ciclopeptídeo anomuricatina A e várias acetogeninas.

 

As acetogeninas formam uma nova classe de compostos naturais de natureza policetídica de grande interesse para farmacologistas e químicos de produtos naturais em todo o mundo, por serem farmacologicamente muito ativas como antitumoral e inseticida, sendo a mais ativa delas a anonacina; uma outra substância desta classe mostrou intensa atividade contra o adenocarcinoma do cólon (intestino grosso), numa concentração 10.000 vezes menor do que a adriamycina, quimioterápico usado para tratamento deste tipo de tumor. Descobertas como estas tem provocado uma grande procura por folhas de graviola, cuja negociação pelas empresas de cultivo com os laboratórios de pesquisa e de produção de fitoterápicos especialmente do exterior, alcança quantidades da ordem de toneladas. O amplo emprego desta planta nas práticas caseiras da medicina popular e seus resultados positivos, além da grande disponibilidade de material no Brasil, são motivos suficientes para sua escolha como tema de estudos químicos, farmacológicos e clínicos mais aprofundados, visando sua validação como medicamento antitumoral. (15) (16)

 

No XVI Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil em outubro de 2000, foi apresentado um trabalho mostrando um novo método de extração de acetogeninas das sementes da graviola, já que pelo processo clássico de extração por solventes as dificuldades são grandes em função da riqueza de ácidos graxos neutros contidos nas sementes. No entanto se obtém um índice de extração de acetogeninas de 17% através da extração por fluido supercrítico (SFE). (20) Evidentemente busca-se eficiência na extração das acetogeninas em função de sua atividade antitumoral comprovada.

 

Em 16 de julho de 2007 o Globo Repórter (http://www.youtube.com/watch?v=u7Z6cEUshDQ) fez uma reportagem sobre a graviola, entrevistando inicialmente a empresária e fitoterapeuta (*) Leslie Taylor que importa 400 toneladas de folhas de graviola do Brasil, do Peru e do Equador, para produzir o fitoterápico N-Tense, um composto de graviola com mais 7 plantas brasileiras. O produto é utilizado no tratamento do câncer e a empresa Raintree, com sede em Austin, distribui o medicamento para 400 médicos nos Estados Unidos, que vem obtendo bons resultados com o produto. Não podem anunciar os resultados porque a vigilância sanitária nos EUA não permite que sejam divulgados os tratamentos feitos com medicamentos oriundos de plantas medicinais. Na Alemanha, o Dr. Helmut Keller utiliza o mesmo medicamento produzido nos EUA com resultados surpreendentes. Um paciente conseguiu fazer desaparecer um câncer da bexiga em 3 semanas de tratamento! A empresária obteve as informações sobre a graviola de um grande laboratório nos Estados Unidos que desistira de patenteá-lo porque não tinha conseguido sintetizar a substância ativa, no caso, uma das acetogeninas.

Reforma Z

Zarcão
Subproduto do chumbo, de cor alaranjada. Evita a ferrugem.

Zincado
Material que foi revestido de zinco. O revestimento de chapas de ferro dá origem às telhas de zinco usadas em coberturas ou telhados quase planos, com pouca inclinação.

Reforma V

Vala
Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou eléctricas.

Vão
Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas.

Varanda
Alpendre grande e profundo. Ver Sacado.

Vedação
Ato de vedar. Fechar.

Verniz
Solução composta de resinas sintéticas ou naturais que trata e protege a madeira e o betão armado.

Vidro aramado
Aquele que tem uma trama de arame no seu interior para torná-lo mais resistente.

Vidro temperado
Aquele que passa por um tratamento especial de aquecimento e rápido arrefecimento para torná-lo mais resistente a impactos.

Viga
Elemento estrutural de madeira, ferro ou betão armado responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas.

Vigota
Pequena viga.

Vinil
Tipo de plástico apropriado para revestir pisos e paredes.

Vitrificado
Material que assume a aparência do vidro. Muitas vezes, resulta da aplicação de uma camada de vidro sobre outro material.

Volumetria
Conjunto de dimensões que determinam o volume de uma construção, dos agregados, da terra retirada ou colocada no terreno, etc.

Voluta
Ornato em forma de espiral que aparece nos capiteis de colunas clássicas, especialmente nas jónicas.

Reforma T

Tábua
Peça de madeira plana e delgada, própria para pisos.

Tábua corrida
Piso de tábuas encaixadas em geral largas e contínuas. Ver Soalho.

Taco
Cada uma das pequenas peças de madeira que formam o parquet.

Talude
Rampa. Inclinação de um terreno em consequência de uma escavação.

Tapume
Vedação provisória feita de tábuas que separa a obra da rua.

Telhado
Cobertura de uma edificação.

Telha
Cada uma das peças usadas para cobrir as construções. As telhas têm formas variadas e podem ser de barro, cerâmica, chumbo, madeira, pedra, cimento-amianto, alumínio, ferro, policarbonato, vidro, manta asfáltica, etc. Cada inclinação de telhado requer um tipo de telha. Ex: Capa-canal, colonial, francesa, vã, etc.

Terça
Viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Peça paralela à cumeeira e ao frechal.

Terraço
Cobertura plana. Galeria descoberta. Espaço aberto ao nível do solo ou em balanço.

Terracota
Argila modelada e cozida. Também designa nuances do marron que lembram a cor da terra.

Terraplanagem
Preparação do terreno para receber a construção.

Terreno
Lote. Espaço de terra sobre a qual vai assentar a construção.

Tesoura
Armação de madeira triangular, usada em telhados que cobrem grandes vãos, sem o auxílio de paredes internas.

Textura
Efeito plástico. Massa, tinta, ou qualquer material empregado para revestir uma superfície, deixando-a áspera.

Tijolo
Peça de barro cozido usada na alvenaria. Tem forma de paralelepípedo retangular com espessura igual a metade da largura, que, por sua vez, é igual a metade do comprimento. Os tijolos laminados são produzidos industrialmente.

Tirante
Viga horizontal (tensor) que, nas tesouras, está sujeita aos esforços de tracção. Barra de ferro, cabo de aço ou qualquer outro elemento que se presta aos esforços de tracção.

Topografia
Análise e representação gráfica detalhada de um terreno que direcciona toda a implantação da construção. Ver Implantação.

Topógrafo
Profissional que estuda os níveis e as características do terreno para ajudar o arquiteto e o engenheiro no seu trabalho.

Treliça
Armação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser de madeira, metal ou alumínio.

Reforma S

Sacado
Pequena varanda. Qualquer espaço construído que faz uma saliência sobre o paramento da parede. Balcão de janela rasgada até ao chão com peitoril saliente. Ver Balcão.

Saibro
Areia grossa, encontrada em jazidas próprias, de cor avermelhada ou amarelo-escura. Pode ser usada na composição de argamassas.

Sapatas
Parte mais larga e inferior do alicerce. Há dois tipos básicos: a isolada e a corrida. A primeira é um elemento de betão de forma piramidal construído nos pontos que recebem a carga dos pilares. Como ficam isoladas, essas sapatas são interligadas pelo baldrame. Já a sapata corrida é uma pequena laje armada colocada ao longo da alvenaria que recebe o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior de terreno. Ambos os elementos são indicados para a composição de fundações assentes em terrenos firmes.

Sarrafo
Ripa de madeira, com largura entre 5 e 20 centímetros e espessura entre 0.5 e 2.5 centímetros.

Servente
Auxiliar dos profissionais que trabalham nas obras.

Seixo rolado
Pedra de formato arredondado e superfície lisa, características dadas pelas águas dos rios, de onde é retirada. Existem também seixos obtidos artificialmente, rolados em máquinas.

Sifão
Peça formada por um compartimento que retém água, encontrado na saída das bacias sanitárias, nos ralos sifonados e em caixas de inspecção nas redes de esgotos.

Silicone
Material usado na vedação, na adesão e no isolamento de qualquer superfície (cimento, vidro, azulejo, bloco, cerâmica, madeira, etc.) que exija protecção contra infiltrações de água.

Soleira
A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa o remate na mudança de acabamento de pisos, mantendo o mesmo nível, e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora.

Soalho
Piso de madeira de tábuas corridas.

Sótão
Divisão que surge dos desníveis do telhado no último pavimento de uma construção.

Reforma R

Reboco
Revestimento de parede feito com massa fina, podendo receber pintura diretamente ou ser recoberto com massa corrida.

Refratário
Qualidade dos materiais que apresentam resistência a grandes temperaturas.

Régua
Prancha estreita e comprida de madeira. Perfil quadrado de alumínio que nivela pisos e paredes, enquanto a massa ainda está mole.

Remate
Finalizar um serviço na fase de acabamento da obra.

Revestimento
Designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e que são responsáveis pelo acabamento.

Rodapé
Faixa de protecção ao longo das bases das paredes, junto ao piso. Os rodapés podem ser de madeira, cerâmica, pedra, mármore, etc.

Reforma P

Padrão
Modelo. Marco de pedra.

Painel
Grande superfície decorada, tanto no interior como no exterior da construção. Nesse sentido, apresenta composições de mosaicos, pastilhas, porcelanas ou cerâmicas.

Palafita
Conjunto de estacas que sustenta a construção acima do solo nas habitações lacustres.

Parapeito
Peitoril. Protecção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres.

Parede
Elemento de vedação ou separação de ambientes, geralmente construído em alvenaria.

Parquet
Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras.

Passadiço
Corredor, galeria ou ponte que liga dois setores ou alas de uma construção.

Pastilha
Pequena peça de revestimento, quadrada ou hexagonal, feita de cerâmica, porcelana ou vidro.

Patamar
Piso que separa os lances de uma escada.

Patine
Efeito oxidado, obtido artificialmente por meio de pintura ou pela acção do tempo, que dá aspecto antigo às superfícies.

Pátio
Espaço descoberto no interior das casas e cercado pelos elementos da construção.

Pavimento
Andar. Conjunto de dependências de um edifício situadas num mesmo nível. Ver Piso.

Peanha
Pequeno pedestal, que apoia vasos e esculturas, em balanço em relação à parede.

Pé-direito
Altura entre o piso e o teto.

Pedra
Corpo sólido extraído da terra, ou patido de rochedo, que se emprega na construção de edifícios, no revestimento de pisos e em peças de acabamento.

Pedreiro
Profissional encarregado de preparar a alvenaria.

Peitoril
Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito.

Pérgola
Protecção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc.

Persiana
Caixilho formado por tábuas de madeira, tiras plásticas, metálicas ou têxteis. São estreitas, horizontais e móveis para ventilar e regular a entrada de raios solares.

Perspectiva
Desenho tridimensional de fachadas e ambientes.

PH
Escala que mede o grau de acidez de diversas substâncias.

Piche
Substância negra, resinosa, pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Serve para impermeabilizar superfícies.

Pilar
Elemento estrutural vertical de betão, madeira, pedra ou alvenaria. Quando é circular, recebe o nome de coluna.

Pilotis
Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo.

Pintor
Profissional encarregado de preparar e aplicar a tinta nas superfícies que vão receber pintura.

Piso
Base de qualquer construção. Onde se apoia o contra-piso. Andar. Pavimento.

Plaina
Instrumento usado para desbastar, aplainar ou tirar irregularidades da madeira.

Plano Diretor Municipal
Conjunto de leis municipais que controlam o uso do solo urbano.

Planta
Representação gráfica de uma construção onde cada ambiente é visto de cima, sem o telhado.

Planta isométrica
Tipo de perspectiva em que o desenho reproduz todos os elementos do projeto, com pontos de fuga. Muito usada para mostrar instalações hidráulicas.

Poço artesiano
Perfuração feita no solo para encontrar o veio de água subterrâneo.

Policarbonato
Material sintético, transparente, inquebrável, de alta resistência, que substitui o vidro no fecho de estruturas. Garante luminosidade natural ao ambiente.

Polir
Lustrar uma superfície. São comuns os polimentos das pedras usadas nos revestimentos de paredes e pisos.

Porta
Abertura feita nas paredes, nos muros ou em painéis envidraçados, rasgada até ao nível do pavimento, que serve de vedação ou acesso a um ambiente.

Postigo
Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objetos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior.

Pré-fabricado
Qualquer elemento produzido ou moldado industrialmente, de dimensões padronizadas. O seu uso tem como objetivo reduzir o tempo de trabalho e racionalizar os métodos construtivos.

Projeto
Plano geral de uma construção, reunindo plantas, cortes, elevações, pormenorização de instalações hidráulicas e eléctricas, previsão de paisagismo e acabamentos.

Prumada
Posição vertical da linha do prumo. Também denomina a linha das paredes de uma construção.

Prumo
Nome do aparelho que se resumo a um fio provido de um peso numa das extremidades. Permite verificar por paralelismo a verticalidade de paredes e colunas.

Reforma O

Ogiva
Forma característica das abóbadas góticas.

Ombreira (ou Umbral)
Cada uma das peças verticais de portas e janelas responsáveis pela sustentação das vergas superiores.

Orientação
Posição da casa em relação aos pontos cardeais.

Ornato
Adorno. Elemento com função decorativa.

Oxidação
Ferrugem. Processo em que se perde o brilho pelo efeito do ar ou por processos industriais.