Finalmente, os laptops começam a incorporar uma das mais invejadas características dos computadores de mesa: a capacidade de se fazer upgrades. E a primeira novidade vem da taiwanesa Asus.
A empresa prepara o lançamento da linha C90, desenvolvida justamente com foco nas opções de customização e troca de componentes. Tirando a tela de 15,4 polegadas, praticamente tudo é permitido. A Asus já tinha mostrado um protótipo durante o Cebit, na Alemanha, sem dar detalhes da confiração.
A linha C90 vem com processador Core 2 Extreme, da Intel, e placa de vídeo MXM, da Nvidia. Entre as opções sem fio, o laptop já integra o 802.11n, o MIMO, e o Bluetooth. A máquina pode incorporar drive Blu-ray ou HD DVD e suporta HDMI. Traz ainda uma câmera embutida de 2 megapixels, para videoconferência. Na área de segurança, um dos recursos é o leitor de impressões digitais, também já embutido no próprio notebook.
Não é só a configuração que é de peso (veja os detalhes em www.asus.com/products.aspx?l1=5&l2=141&l3=536&l4=0&model=1641&modelmenu=2). O laptop pesa 3,1 quilos. Segundo a Asus, a escolha dos componentes do notebook foi baseada justamente nas questões de compatibilidade e para dar flexibilidade para que os usuários construam sua “dream machine”. O que a Asus ainda não diz é quanto o laptop dos sonhos vai custar.
Em conferência nos Estados Unidos, executivos avaliaram que novas gerações demandarão acesso a blogs, wikis, e redes sociais no trabalho
As novas gerações de empregados - que estão hoje saindo do colegial - forçarão as empresas a usar tecnologias de Web 2.0 no ambiente de trabalho. E se elas não implementarem este tipo de ferramenta, os novos funcionários utilizarão estes recursos “por baixo dos panos”. “A nova geração terá um forte impacto nos negócios. Ela espera ter acesso, dentro do ambiente de trabalho, às ferramentas a que está acostumada”, disse Marthin De Beer, VP-senior da Cisco, durante o evento The Enterprise 2.0 Conference, promovido pela edição americana da InformationWeek em Boston. “Seria como alguém da minha geração não ter acesso a e-mails e mensagens instantâneas. Se eles não tiveram acesso wikis, blogs, redes sociais, mashups e afins, não ficarão no emprego por muito tempo”, completou.
E aprender a lidar com esta nova realidade significa adotar tecnologias, gerenciá-las, e garantir a segurança da rede.
“As pessoas estão trazendo de casa a idéia de como a computação deve ser, porque elas têm melhores soluções em casa, coisa que não acontecia há 20 anos. E elas querem usar suas ferramentas favoritas no trabalho”, disse Dennis Moore, gerente geral da SAP. Segundo dados da IDC expostos por Moore, 45% das empresas têm empregados com blogs, 43% usam RSS, e 35% dos empregado usam wikis.
E o mais interessante, segundo Susan Feldman, VP de tecnologias de conteúdo da IDC, é que o estudo também mostrou que os executivos e gestores de TI nem sabiam que isto estava acontecendo. “Teremos que lidar com a idéia de que as pessoas usarão ferramentas que não estão no firewall”, disse De Beer.
A Red Hat e a Ubuntu, duas importantes distribuidoras de Linux, recusaram-se a discutir com a Microsoft um acordo de licença de tecnologia similar aos que a companhia de software proprietário assinou com outras organizações de código aberto.
Rumores espalhados pela internet dão conta de que a Ubuntu estaria em discussão coma Microsoft. A Red Hat, por outro lado, decidiu emitir um comunicado depois de analisar alguns termos dos acordos que a Microsoft fechou com outras empresas de código aberto.
Leigh Day, porta-voz da Red Hat, explica que, baseada no que viu, a companhia avaliou que o negócio não é interessante para si. “Continuamos a acreditar que o código aberto a inovação que representa não deve estar submetido a uma taxa insustentável à qual falta transparência”, diz.
A Ubuntu questiona a assinatura de um acordo no qual a violação de patentes não estão especificadas. A Microsoft afirma que software de código aberto como Linux violam 235 de suas patentes, mas não detalha uma lista com tais infrações, apesar do pedido da comunidade de código aberto.
Mark Shuttleworth, empresário sul-africano que oferece suporte comercial à Ubuntu pela empresa Canonical, explica que se recusou a discutir acordo com a Microsoft sob a a ameaça de violação de patentes não especificadas.
No começo do mês, a Linspire, que também distribui uma versão para desktop de Linux, tornou-se mais uma distribuidora de software de código aberto a assinar um pacto com a Microsoft. O acordo, similar ao que a gigante fechou com Novell, JBoss, Xandros, XenSource, e Zend Technologies, garante aos usuários da Linspire de que não serão processados por violação de propriedade intelectual e patentes.
O Codeplex é um site criado pela Microsoft para funcionar como repositório de código-aberto da comunidade de desenvolvimento de soluções open source nacional.
Se você tem um projeto em código aberto - especialmente se ele for multiplataforma ou tratar de questões de interoperabilidade entre os ambientes Linux e Windows - hospedá-lo no Codeplex pode aumentar sua visibilidade dentro da Microsoft e do mundo open source.
Os sete projetos em destaque são: DSL TreeGrid Editor PowerToy, Project Helping Hand, Live in a Box, Crash a Party, POX.NET, Windows Installer PowerShell Extensions e EFS Assistant. (clique nos links para ver detalhes de cada projeto).
Não há restrições para projetos que já estiverem hospedados em outros repositórios, como o SourceForge e o Código Livre - o Codeplex está aberto para receber o sua solução.
Para participar, acesse o tutorial criado por Joice Käfer que explica todos os passos desde a criação de um usuário no sistema até a gestão de um projeto, passando por dicas de formatação e criação de páginas.
A Canon apresentou recentemente um protótipo de um sensor fotográfico de 50 megapixels.
O sensor, de tecnologia CMOS, mede 19 por 28 milímetros, tamanho adequado para uso em câmeras reflex. Para colocar 50 milhões de fototransistores numa superfície tão pequena, a Canon reduziu o tamanho de cada pixel para apenas 3,2 micrômetros. A Canon diz que, apesar de os fototransistores serem menores, o novo sensor tem boa sensibilidade à luz.
Hoje, a câmera com maior número de pixels da empresa, a EOS 5D, tem 13 megapixels. A resolução do novo sensor é quase quatro vezes maior. Mas a Canon diz não ter planos imediatos para fabricar câmeras fotográficas com o novo componente. A idéia, por enquanto, é empregá-lo em sistemas de monitoramento e inspeção industrial.
A decisão é sensata. O uso de um sensor de 50 megapixels numa câmera fotográfica esbarra em várias dificuldades práticas. O enorme tamanho dos arquivos exigiria um processador poderoso e um meio de armazenamento de acesso muito rápido e grande capacidade. O consumo de energia seria elevado, exigindo baterias maiores. No final, a máquina ficaria grande, pesada, cara e possivelmente lenta.
Um problema adicional é que as imagens de 50 megapixels possivelmente exigiriam um novo formato de arquivo, algo que a Canon também está desenvolvendo. E ainda é preciso considerar que não deve haver muita gente no mundo querendo fazer fotos de 50 megapixels
Iniciativa faz parte da estratégia global de universalização do site de compartilhamento de vídeosNove países ganharam nesta terça-feira (19/06) uma interface no idioma próprio, do YouTube. Entre eles, o Brasil, único da América Latina. O anúncio foi feito hoje, pelos fundadores do site de compartilhamento de vídeos, Chad Hurley e Steve Chen e por executivos do Google.
Os outros países são Espanha, França, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Polônia e Reino Unido. Segundo Chad Hurley, as novas interfaces fazem parte de uma estratégia global de expansão do site. “O Brasil tem uma grande participação em volume de acessos e por isso foi escolhido”, afirmou Hurley, que não revelou números.
No site brasileiro, terão preferência em facilidade de acesso produções postadas no Brasil. “O que não impede o usuário de assistir vídeos de qualquer parte do mundo”, disse Chen.
Após o anúncio de lançamento do site do You Tube em português, o presidente do Google para Brasil, Alexandre Hohagen anunciou três parcerias com players nacionais: Rede Globo de Televisão, IG e Portal Terra. “Nossas parcerias nos dão credibilidade”, afirmou.
Segundo Hohagen, com apenas poucas horas de vida, o portal brasileiro do YouTube já recebeu vídeos impróprios, que foram removidos em três minutos. “Utilizaremos a mesma tecnologia de controle de conteúdo que o site americano utiliza”, disse Hohagen.