Um cachorro São Bernardo foi a única vítima de um incêndio em um galpão no Piqueri, Zona Norte de São Paulo, na noite de sexta-feira (28). Hércules morava no local há três anos. Ele foi resgatado com vida pelo próprio dono, o ajudante geral Cléber Lima Leite, e saiu com sede e muito assustado.
“Tem uma casa atrás do galpão. Ele (Hércules) estava dentro da casa, escondido. Foi a maior emoção. Ele veio correndo, deitou do meu lado, pus a corrente e falei: ‘vamos embora’”, conta Cleber.
O fogo começou por volta das 21h30. O galpão, no Piqueri, servia como depósito de capacetes para motociclistas e, segundo funcionários, estava lotado. Nove equipes do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local para apagar as chamas.
Segundo o ajudante geral Antônio Tavares de Brito, o fogo teria sido provocado por um curto-circuito. “O pessoal daqui, vizinho, disse que começou a pegar fogo na caixa de luz e o fogo foi guiando aí”, relata.
As labaredas atingiram a rede elétrica e a luz do prédio foi cortada. Os bombeiros levaram mais de uma hora para apagar o fogo.
Após o resgate de Hércules, moradores comemoraram batendo palmas. Cléber improvisou um abrigo para o animal de estimação passar a noite. Ele não escondeu a felicidade por estar junto de seu melhor amigo novamente.
“A carga tem seguro. Agora, o cachorro não, né?”, diz Cléber.
Hércules foi atendido por um veterinário na manhã deste sábado (29) e passa bem. Por causa do incêndio, ele teve que se mudar do galpão. Agora, mora nos fundos de um bar, ali mesmo, ao lado do prédio.
Juliana Knust parou a praia da Barra da Tijuca nesta terça-feira, 18. A atriz, que é a capa da “Playboy”deste mês, fez um topless durante as gravações da novela “Duas Caras“. E mostrou que está com a bola toda.
Juliana, que na novela vive Débora, na cena tira a parte de cima do biquíni enquanto vende cervejas e refrigerantes junto com o personagem de Nuno Leal Maia. Débora combina com ele que, se todo o estoque for vendido, ela vai tirar a roupa.
A atriz aparece em cena apenas de óculos escuros e chapéu branco. Quando está prestes a tirar a parte de baixo, a personagem de Mara Manzan chega à praia e corta o barato do marido. As cenas fazem parte da seqüência em que Juliana toma um banho de mangueira na praia.
Você passa protetor solar suficiente na hora de se expor ao sol? Os dermatologistas são praticamente unânimes em dizer que a maioria de nós não usa a quantidade correta, e assim acaba exposto aos malefícios do sol, como envelhecimento precoce, vermelhidão, bolhas, ardor e até câncer de pele.
A quantidade ideal de protetor solar a ser utilizada, estabelecida pelo Food and Drug Administration (FDA) -órgão do governo dos Estados Unidos que fiscaliza alimentos e medicamentos-, é de 2 miligramas de protetor por centímetro quadrado, o que, convenhamos, é uma medida difícil de ser entendida por leigos. O dermatologista e professor da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Marcelo Bellini, dá uma orientação mais simples de ser aplicada:
Rosto e pescoço: 1 colher de chá
Tronco: 1 colher de sopa para a parte da frente, e outra para a parte traseira
Braços: 1 colher de sopa para ambos
Pernas: 1 colher de sopa para ambas
O médico esclarece que as medidas são válidas para um adulto em torno de 1,70m, com peso de 60 a 70 quilos. Para pessoas com maior peso ou altura, é necessário aumentar também a aplicação do produto.
“Para ter a proteção real que a embalagem do produto promete, é preciso utilizar o volume correto no corpo”, diz Bellini. Ele calcula que, a cada aplicação, um adulto gasta em média cerca de 20 mililitros. Um protetor que contenha 200 ml seria suficiente para dez aplicações de corpo inteiro. Já no dia-a-dia, quando as áreas expostas ao sol são menores, gastamos cerca de 8 mililitros, fazendo com que uma embalagem dure entre 30 e 40 dias.
No caso dos protetores com apresentação em forma de spray, o recomendável, segundo o dermatologista, é dar duas borrifadas em cada área que compreenda o espaço de um palmo, sem esquecer de espalhar depois com as mãos. Aliás, o modo de aplicação é um ponto importante a ser considerado. O dermatologista Mauro Yoshiaki Enokihara, presidente do Grupo Brasileiro de Melanoma e responsável pelo Ambulatório de Tumor Cutâneo do Departamento de Dermatologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) diz que o ideal é passar o produto sem roupa, espalhando bem, e não deixar de pedir ajuda para aplicar o protetor em áreas de difícil acesso, como as costas.
“Este procedimento é importante, não só porque as pessoas acabam deixando de passar em alguns trechos para não manchar as roupas, mas também porque o protetor leva de 15 a 20 minutos para começar a agir, e se você deixar para aplicar já exposto ao sol, pode ter estragos durante este tempo, no alto verão”, explica Enokihara. O dermatologista chama a atenção para as áreas que costumam ser esquecidas na hora da aplicação: nuca, orelhas, dorso do pé e a parte de trás das pernas.
Reaplicação
Não basta passar o protetor corretamente e ficar o dia todo exposto ao sol, transpirando ou entrando no mar ou piscina sem reaplicá-lo. Essa medida deve ser tomada a cada duas horas, repetindo o mesmo volume de protetor da primeira aplicação, seja qual for o seu tom de pele. “Bronzeado é uma coisa, e a carga solar que você recebe é outra coisa. Estar bronzeado não exime ninguém da reaplicação do protetor, senão a pele negra não precisaria do produto”, diz Marcelo Bellini. O médico explica que a função do filtro é apenas diminuir a carga solar que acumulamos ao longo da vida. Durante o período que o sol incide sobre o filtro solar, a capacidade de absorção desta energia vai diminuindo, aumentando o impacto dela ao chegar na pele.
Protetor sob medida
O mercado cada vez mais amplia as opções de fórmula e apresentação dos protetores para atingir todo o tipo de público. É possível encontrar protetores que aliam sua função básica ao combate às rugas, produtos que tonalizam a pele enquanto protegem do sol, fórmulas pensadas para peles sensíveis e loções livres de óleo para peles com tendência à acne. Ainda assim, segundo os profissionais, o brasileiro resiste a incorporar o protetor solar ao seu cotidiano. “As pessoas realmente usam menos do que deveriam, mesmo que tenham toda essa informação. É preciso fazer um trabalho corpo-a-corpo no consultório, pois a radiação ultravioleta existe no ano todo, ainda que tenha picos no verão. Quando acontece um estrago nesta época, é porque foi a gota d’água em um copo que já vinha enchendo durante meses”, alerta Marcelo Bellini. Por isso, fizemos uma seleção de alguns lançamentos disponíveis no Brasil, para que você faça a sua escolha e mantenha a saúde e a beleza da sua pele em qualquer época, por muito mais tempo.
O Brasil tem atualmente 27,3 milhões de usuários de internet banking, segundo o relatório mais recente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Se você está entre estes 17% da população nacional que acessa a conta bancária via Web fica atento às dicas.
Cuidado com sites falsos As empresas possuem recursos que conseguem bloquear a maioria dos e-mails falsos. Alguns programas de antivírus que usados no computador pessoal também possuem este tipo de característica. Mas o especialista em segurança da informação da Future Security, Denny Roger, afirma que os fraudadores perceberam isso e estão aplicando um dos golpes mais antigos: o das páginas clones. “Neste tipo de golpe o usuário é induzido a acessar uma página falsa do banco que solicita as mesmas informações da verdadeira. Esse clone é capaz de armazenar os dados do usuário em um banco de dados para o acesso do estelionatário”, explica um analista de segurança.
A dica que ele dá para se livrar deste golpe é simples. “A URL (endereço da página) do site clonado é diferente da URL verdadeira do banco. Também é comum encontrarmos erros de português nas páginas falsas”, alerta o especialista. Acesse sua conta somente do seu PC As pragas programadas para espionar o acesso ao Internet banking podem estar instaladas em Lan House, Cybercafé, laboratórios de faculdade, hotéis ou até mesmo nas estações de trabalho da sua empresa.
Por isso, o analista aconselha o internauta a acessar sua conta sempre do seu computador pessoal. “É muito provável que você saiba quais são os programas instalados no seu PC. No caso de computadores de terceiros você não tem controle nenhum”. Não compartilhe sua senha Outra dica básica, mas que muita gente esquece é não revelar para outras pessoas dados como número da sua agência, conta corrente, senha e frase secreta.
“Os bancos implantam as chaves de segurança ou tokens para minimizar o número de fraudes. Porém, algumas pessoas tiram uma xerox do seu cartão contendo estas chaves e compartilham o acesso com outra pessoa. Não adianta nada”, exemplifica o especialista. Feche sua máquina Mantenha sempre seu antivírus, firewall pessoal e anti-spyware atualizados. Segundo a Nettion Information Security, estes recursos ainda são a forma mais simples de travar as portas do computador para entrada de invasores. Mas se ainda assim seu micro for invadido, você pode tentar descobrir. “Alguns softwares comerciais focados em perícia forense podem detectar incidentes e identificar o autor dos ataques”.
Uma das sugestões é um programa de detecção de intrusos (IDS). “Um exemplo deste tipo de software é o G-Buster”. Caso o computador apresente lentidão, pode ser indício de que sua máquina está sendo atacada. “O programa Process Explorer ajudará a identificar o código malicioso que está deixando a máquina lenta”. Para download, acesse link Snapfiles. O especialista indica ainda outro software que ajuda a identificar se o invasor está conectado ao seu micro. É o TCP View. Para download acesse o site da Microsoft. Por fim, é importante monitorar os arquivos do Windows e entender as técnicas de ataque. “Dessa forma, conseguiremos minimizar o risco de ocorrer um ataque bem-sucedido ou o vazamento de informação de uma determinada organização”, reforça .