Críticos, desistam: o “Big Brother” ainda tem “vida longa” na TV brasileira, de acordo com o diretor do “reality show”, J.B. de Oliveira, o Boninho.
Alemão se mostrou um cara grosso, imaturo e arrogante no início. Agora é o “herói” do Brasil. Três hipóteses: 1) Ele mudou absurdamente em dois meses de confinamento; 2) Passou a desempenhar o papel de mocinho como estratégia do jogo; 3) A edição é que o transformou em herói. Qual é a sua opinião?
Boninho – Nenhuma das alternativas. Ele é o que é, tem defeitos como todo mundo, por isso é querido. Continua grosso, imaturo, mas, com 72 dias de confinamento e muita pancada na casa, perdeu um pouco da arrogância. Por sua vez, é um bom moço. Ficou com uma mulher, apaixonou-se por outra, fez um triângulo, e o Brasil gostou. Não temos força para mascarar ou criar um herói. Se ocorreu, foi coroação popular.
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