Shrek existiu! Você sabia?

Shrek foi inspirado em Maurice Tillet, que nasceu na França em 1903. Ele era um homem muito inteligente, que falava 14 idiomas, além de ser um exímio poeta e ator.

Shrek

Shrek

Quando chegou à juventude, Maurice começou a desenvolver uma doença rara, chamada acromegalia. Esta doença causa um crescimento exacerbado e incontrolável de partes do corpo. Em pouco tempo, todo o seu corpo se desfigurou de uma maneira muito peculiar. Na verdade, esta “transformação” afetou profundamente os aspectos psicológicos da personalidade de Tillet, que sofreu os horrores de começar a se transformar de uma maneira grotesca, apesar de por dentro continuar sendo um gentleman super inteligente.

Sua forma gerava tanto preconceito que Tillet começou a ser expulso dos lugares que freqüentava e onde antes era bem recebido. Não podendo lutar contra a doença, Maurice começou a adaptar-se a ela, adquirindo um rol de comportamentos mais adequados a sua grotesca aparência.

Shrek1

Shrek1

Tillet tirou proveito de seu trabalho pregresso como ator. Ele emigrou para os EUA e tornou-se um profissional da Luta livre onde adotou o nome (e comportamento teatral) do “Assutador ogro do ringue”, cuja persona (chamada “o anjo francês do ringue”) adquiriu fama imediata com as platéias. Com o avançar da doença, Tillet acabou se tornando um recluso, embora ainda tivesse alguns amigos. Um deles foi o empresário Patrick Kelly, que visitava Tillet para jogarem partidas de xadrez. No ano de 1954, Tillet morreu do coração, aos 51 anos. Um de seus poucos amigos, Bobby Managain, um antigo campeão da luta livre, estava no leito de morte com seu amigo no dia em que ele se foi. Antes que ele morresse, Bobby pediu para fazer um lifecast (uma máscara mortuária, uma prática comum até o século XIX e que com o tempo saiu de moda, mantendo-se hoje apenas no campo dos efeitos especiais), Tillet concordou e quando ele morreu, foram feitas três cópias da cabeça de Tillet em gesso.

Uma delas acabou indo parar no Museu Barbell de York. Uma das máscaras restantes ficou no escritório de Patrick Kelly e a última foi doada por ele para o Museu Internacional da Luta Livre, em Iowa. Posteriormente, uma das máscaras foi duplicada e foi parar no Museu Internacional da ciência cirúrgica em Chicago. Uma outra réplica da máscara mortuária de Maurice Tillet foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building. A réplica de Tillet serviu para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do alterofilismo. E foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek. O corpo do personagem, bem como sua cabeça, foram criados tomando como referência as formas de Tillet.

Shrek2

Shrek2

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SACOLINHAS DEVEM SER GRÁTIS

APÓS QUEIXA NA POLICIA, PROCON EMITE NOTA E DIZ QUE SACOLINHAS DEVEM SER GRÁTIS

No Brasil ainda não tem implantado a tecnologia de compostagem para as sacolas que estão vendendo como biodegradáveis, ou seja propaganda enganosa!
- Entendemos que todo cliente tem direito a embalagem de transporte para suas compras, seja lá qual for!
- É direito do consumidor ter claras informações que certificam serem as sacolinhas de fato biodegradáveis por autoridade brasileira;
- O preço das sac distribuídas estão embutidos no valor das mercadorias, agora cobram ou seja dupla cobrança, não baixaram preços;
- Não existe lei que obrigue o mercado a vender ou a não entregar sacolas,não existe lei nenhuma sobre sacolas, É um acordo apenas;
Um estudo realizado pela Microbiotécnica, empresa especializada em higiene ambiental com 25 anos de experiência, apontou que as caixas de papelão usadas, disponibilizadas pelos supermercados, e as sacolas de pano, trazidas de casa pelo consumidor, possuem alto grau de contaminação podendo prejudicar a saúde da população.
A análise comprovou que, em relação às sacolas plásticas, ambas as opções apresentam maior carga microbiana – as caixas de papelão cerca de oito vezes mais para bactérias e 12 vezes mais para fungos, e as sacolas de pano possuem risco quatro vezes superior para bactérias e cinco vezes para fungos.
Nas sacolas plásticas não foi encontrada a presença de coliformes totais, coliformes fecais nem E.coli (Escherichia coli), enquanto em 58% das sacolas de pano havia a presença de coliformes totais. Já nas amostras de caixa de papelão, 80% apresentavam coliformes totais, 62% coliformes fecais e 56% E.coli (confira quadro abaixo).
“É importante que o consumidor tenha a informação adequada para escolher a melhor embalagem para transportar as compras, especialmente alimentos, preservando a saúde de sua família”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.
Metodologia – O campo de estudo abrangeu supermercados de todas as regiões da cidade de São Paulo com a seguinte sistemática: O Bureau Veritas coletou 50 amostras de cada tipo de embalagens (sacolas plásticas, caixas de papelão usadas e sacolas de pano). As sacolas de pano foram obtidas junto aos consumidores para garantir que já tinham sido utilizadas. As amostras de sacolas plásticas e caixas de papelão usadas foram coletadas nos caixas, onde ficam à disposição dos consumidores, e encaminhadas ao laboratório para análise.
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O Crocs dá chulé

crocs

crocs

 

Muitos pensam que o Crocs da linha Works da chulé por ser todo fechado e de plástico, mas temos uma ótima notícia, o Crocs da linha Works NÃO dá chulé e explicarei o porque.

O Crocs da linha Works é fabricado por um material de altíssima qualidade, o Croslite, mas você pode se perguntar, qual é a diferença entre o Croslite e o plástico comum? Vamos explicar. O plástico comum abafa, esquenta o pé e não é antibacteriano, com tudo isso o famoso chulé pode surgir. Já o Croslite, material usado na fabricação do Crocs da linha Works, são antibacterianos e resistentes a odores, ou seja, eles cuidam do seus pés e evitam o desagradável chulé.

Não tenha dúvida de que o Crocs é preparado para te oferecer o melhor, é testado e aprovado. O Crocs da linha Works, original, não dá chulé e além disso tem vários benefícios e vantagens para sua rotina de trabalho. Aproveite todas essas vantagens e adquira o seu!

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Anonymous anuncia ataque a bancos no Brasil

anonymous hackers

anonymous hackers

 

O grupo hacker Anonymous divulgou nessa segunda-feira que dará início a uma série de ataques contra páginas online das principais instituições financeiras do Brasil.

 

Segundo o grupo, a operação contra os bancos se dará ao longo de toda esta semana e receberá o nome de #OpWeeksPayment. Cada dia da semana será destinado a um serviço de internet banking, que deverá ficar fora do ar por 12 horas.

O objetivo do grupo é alertar a população sobre a injustiça e a corrupção que predomina no Brasil. E esta semana foi escolhida por conter os principais dias para pagamento dos salários.

Primeira ação do grupo foi feita contra o site do Itaú, que ficou fora do ar por alguns momentos nesta segunda-feira

Segue comunicado oficial do Itaú na íntegra:

“O Itaú Unibanco informa que houve indisponibilidade em seu site durante alguns momentos hoje, mas a normalidade foi retomada em seguida. Importante lembrar que todos os demais canais eletrônicos estavam disponíveis para as operações dos clientes. Caso encontrem dificuldade, os clientes têm à disposição o telefone (30Horas), 29 mil caixas eletrônicos onde podem fazer mais de 300 operações, além de toda a rede de agências, que hoje somam cerca de 5 mil em todo o país.”

 

O serviço de internet banking do Banco do Brasil (BB) passa por instabilidade de acesso desde a manhã de hoje (01). O coletivo hacker Anonymous assumiu a autoria do ataque

Confira comunicado oficial do BB na íntegra:

“Informamos que o Banco do Brasil registrou picos no volume de acessos ao site da Instituição, na manhã desta quarta-feira, 1, fato que causou lentidão no sistema em algumas regiões do País. O site, no entanto permaneceu disponível durante todo o período, e o BB registra que tal fato não compromete, de forma alguma, a segurança dos dados de seus clientes. O Banco do Brasil também rechaça qualquer especulação sobre ameaça à segurança dos servidores e sistemas operacionais.”

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Nissan March Leilão

nissan-march-brasil

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No dia 07 de fevereiro, às 21h, vai rolar o leilão de mais um Nissan March no site Mukirana.com. É a sua chance de levar um carro 0km com mais de 90% de desconto para casa!

Esse será o segundo leilão de um March. O primeiro foi arrematado no dia 24 de novembro, por “gui_posterari”, com 565 lances! O valor final do leilão foi de R$248,56.

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Windows 8 Store

A Microsoft divulgou novidades de como irá funcionar sua loja Windows 8 Store, que trará aplicações e conteúdos para o novo sistema operacional.

Segundo a Microsoft, a loja será a principal fonte para os usuários finais adquirirem aplicações no estilo Metro (nova interface do Windows 8), porém a compra ou a instalação de alguns programas poderá ser feita com a indicação de um link externo.

A loja também será responsável por instalar e atualizar essas aplicações. Os updates ocorrerão de forma automática, por meio da conexão à internet.

A Windows 8 Store também trará suporte para quem possui múltiplos PCs, pois será possível readquirir aplicações compradas anteriormente em um computador diferente. Cada aplicativo poderá ser instalado em até 5 máquinas.

A loja também fará o controle de quais apps já foram adquiridos em outros computadores e permitirá que faça a instalação de uma só vez na mesma máquina.

A Windows 8 Store estará disponível já com a versão beta do Windows 8, que foi oficialmente confirmada pela empresa para fevereiro de 2012. Já a versão final do sistema deve chegar aos consumidores no segundo semestre deste ano

Microsoft apresentou ontem (06) detalhes da Windows Store, sua loja de aplicativos que virá embutida no Windows 8.

A loja terá conteúdos desenvolvidos exclusivamente para o sistema Windows 8, assim como ocorre atualmente com a Mac App Store (para computadores Mac, da Apple) e a Chrome Web Store, dedicada ao navegador do Google.

De acordo com a Microsoft, a Windows Store estará disponível já com a versão beta do Windows 8, que foi oficialmente confirmada pela empresa para fevereiro de 2012.

 

A Windows Store terá como diferencial das outras lojas a possibilidade do usuário utilizar um aplicativo demonstrativo gratuitamente. Assim, o usuário poderá baixar um app em modo trial para testar suas funcionalidades; e se gostar, poderá comprá-lo.

 

O formato do pagamento na loja seguirá o adotado também pela Apple, onde a Microsoft poderá ficar com 30% do valor total do aplicativo vendido. Caso o valor do faturamento alcance US$ 25 mil, a cobrança cairá para 20% do valor. Além disso, os desenvolvedores poderão optar pelo sistema de pagamentos que desejarem, não sendo obrigados a manter a sugestão oficial da Microsoft.

 

A Microsoft também irá criar uma integração da Windows Store com o navegador Internet Explorer 10, oferecendo atalhos para aplicativos baixados na loja diretamente no browser.

 

Segundo a Microsoft, a Windows Store chegará a todos os países onde o Windows terá uma versão local (serão mais de 120 línguas diferentes). E os 40 mercados mais importantes para a empresa (provavelmente o Brasil está entre eles) poderão oferecer aplicativos pagos em moeda local.

 

Além disso, desenvolvedores que quiserem criar aplicativos para a Windows Store poderão participar de um concurso até o dia 8 de janeiro de 2012. Será necessário criar um app no formato Metro (nova interface do Windows 8), para concorrer a um notebook, um ano de assinatura do Windows Azure (serviço de cloud computing da Microsoft) e dois anos de assinatura da Windows Store.

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Cha de graviola combate o cancer hoax

Este texto é um Hoax (“embuste” numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na Internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas “correntes”, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso; supostas campanhas filantrópicas, humanitárias, ou de socorro pessoal; ou, ainda, avisos sobre falsos vírus cibernéticos que ameaçam contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Graviola

Graviola

A graviola (Annona muricata) é uma grande aliada no combate a diversos tipos de câncer.

Há pesquisas nos EUA indicando que vários dos ingredientes ativos da graviola matam células malignas de 12 diferentes tipos de câncer, incluindo mama, ovário, cólon, próstata, fígado, pulmão, pâncreas e linfomas.

Usando o extrato da graviola é possível combater o câncer com uma terapia completamente natural, que não cause efeitos secundários severos, como náuseas e perda de cabelo, pois a graviola, por ter ação seletiva, destrói apenas as células doentes, protegendo as células saudáveis, ao contrário da quimioterapia, que sai matando todas as células indistintamente.

Algumas partes da árvore, como casca, raiz e fruto, são usadas há centenas de anos pela população indígena do Sul da América para o tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas no fígado e artrite.

OBSERVAÇÕES

O tratamento com a graviola no combate ao câncer pode ser combinado com vitaminas A, E, C (naturais, e não sintéticas) e selênio.

Antes de comprar o extrato da graviola verifique a dosagem (não pode ser menos de 600 mg) e a procedência, pois há muitos laboratórios que não usam a erva pura. Portanto, pesquise bem antes de comprar.

 

A graviola é uma árvore que cresce até 10 m. de altura, quase sempre apenas a metade ou ainda menos, dependendo da região e do clima. A casca do caule é aromática, as folhas são alternas e crescem até 15 cm de comprimento por 7 cm de largura, verdes e vernicosas na página superior e com bolsas na axila das nervuras laterais na página inferior, ligeiramente tomentosas. Inflorescência cauliflora, brotando da casca velha do caule e dos ramos. Pedúnculos robustos. Cálice com lobos triangulares e agudos. Flores axilares, solitárias, sub-globosas, amareladas com seis pétalas grossas e carnosas.

O fruto é uma baga de forma irregular, mais ou menos ovóide, até 30 cm de comprimento e 12 cm de largura, com epiderme verde escura, espessa, areolada (carpelos soldados), cada aréola ou saliência cônica tendo no ápice um espinho comprido, mole e recurvado, verde, enquanto jovem, depois castâneo-ferrugíneo e com as extremidades quase pretas. O fruto pode atingir grandes dimensões, mas raramente excede 2 kg. (1)

 

Esta planta, que é a espécie típica do gênero, porquanto foi a primeira descrita e desenhada, já era objeto de cultura antes das chegada dos europeus, no processo de conquista e colonização do Brasil. Numerosos autores asseguram que ainda hoje é encontrada silvestre nas matas de várias ilhas antilhanas (Cuba, Haiti, Jamaica, Porto Rico), na América Central e até na Venezuela, sendo levada para outras regiões da terra, como África, Ásia, inclusive o Brasil, que provavelmente recebeu as primeiras mudas em 1750, procedentes da Jamaica e introduzida no Pará por iniciativa de Manuel Mota de Siqueira. Entretanto Gabriel Soares de Sousa já fazia referência à existência desta excelente fruteira na Bahia em 1587, com o nome de araticu. (2) Em outros países onde foi introduzida tornou-se subespontânea (inclusive na Amazônia) e em todo o mundo é mais ou menos cultivada, sempre frutificando desde o terceiro ano de idade.

 

No Brasil é mais conhecida com o nome de graviola. Na Bahia é chamada também de curaçau e ata-de-lima ou jaca-de-pobre em Camamu, assim como araticum. Em Minas Gerais é chamada de ata, coração-de-rainha, jaqueira-mole. No Haiti é conhecida como anon, em Cuba e no México como guanábana. Na África, onde também foi introduzida é conhecida como sap-sap. Na ilha de São Tomé é conhecida como coração-da-Índia ou coração-de-preto (1) (3) (4) (5)

 

Os frutos, em estado verde são usados para combater a disenteria e úteis contra as aftas das crianças (sapinhos). No Brasil, come-se como legume, cozidos, assados no forno ou fritos em fatias. Depois de maduros, a polpa tem um aroma agradabilíssimo, misto de maçã e de pêra, e o sabor, ligeiramente ácido, lembra o perfume do abacaxi e do morango.

Quem conhece o fruto corta-o no sentido vertical, tira-lhe a polpa e abandona a parte externa, que é fedorenta, dura e coriácea, tendo paladar amargo e desagradável, terebintáceo. Essa polpa, parecendo algodão em rama molhado e tendo consistência semelhante à manteiga, é comestível, porém constituída por celulose quase pura e de difícil digestão e por isso o seu melhor aproveitamento consiste em extrair o suco, para o preparo de bebidas refrigerantes e sorvetes, reconhecidamente deliciosos, bem como para geléias e marmeladas, consideradas peitorais, antiescorbúticas, diuréticas e febrífugas. (1) O óleo essencial extraído das folhas e dos frutos verdes tem cheiro pouco agradável, mas misturado ao óleo de amêndoas ou de amendoim, é indicado em fricções nos casos de nevralgias e reumatismo. (9)

 

Segundo Theodoro Peckolt, o pioneiro fitoquímico de origem alemã, que estudou as plantas medicinais no Brasil, as folhas contusas e misturadas com azeite quente servem para resolver os furúnculos e abcessos. A casca da raiz é indicada como tinguijante de peixes. Os frutos verdes, externamente, reduzidos à consistência pastosa servem para curar as aftas de crianças (sapinhos). (10)

 

Em levantamente etnobotânico realizado pela Prof. Maria Elisabet van den Berg no Pará, a graviola foi indicada para o tratamento de diabetes, e como calmante e anti-espasmódico. (19)

 

Hoehne também reconhece que as folhas são prescritas para eliminar vermes intestinais e em forma de decocção para resolver abcessos. Frederico Carlos Hoehne, grande botânico brasileiro, reconhecido internacionalmente, não tinha formação acadêmica. Quando acompanhou a Comissão Rondon em 1908, Hoehne foi nomeado apenas como ajudante de botânica, numa comissão que não possuía nenhum botânico, quando na verdade era apenas jardineiro-chefe do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Todo o trabalho de botânica da primeira expedição foi realizado exclusivamente por Hoehne! Pois bem, Hoehne é um dos mais prolíficos autores botânicos brasileiros, produzindo desde 1910 até sua morte em 1959, 478 títulos bibliográficos, artigos e livros, produzindo um total de 11.000 páginas! Do herbário da Comissão Rondon foi responsável pela coleta de 10.000 exsicatas. Hoehne descobriu novos gêneros e novas espécies ao longo de toda a sua carreira, sendo responsável pela identificação de aproximadamente 400 novas espécies. (11) (18)

 

Narciso Soares da Cunha, farmacêutico e doutor em medicina, afirmava em 1941 que as folhas da graviola eram indicadas para combater a glicosúria e o diabetes. (12) Também o Dr. Flavio Rotman reconhece que a infusão das folhas da graviola são muito utilizadas pelos diabéticos para baixar a glicose sanguínea elevada. (14)

 

O botânico Caminhoá, no século XIX, reconhece que os frutos verdes são adstringentes e úteis contra a disenteria, assim como contra as aftas e que as folhas, fritas com óleo ou fervidas são úteis no tratamento do reumatismo.

 

O Prof. Dias da Rocha, reconhece em seu formulário editado pela primeira vez em 1919, que as folhas da graviola são sudoríficas e peitorais. Indica nesses casos a infusão das folhas, 3 g. para 200 ml. de água fervente, na tosse e em todas as suas manifestações, durante uma semana. Apesar de não ser médico, como naturalista autodidata, coletava exemplares da flora, fauna, rochas, minerais e peças indígenas do Ceará e, além disso, como homeopata atendia em sua residência vasta clientela, composta de gente pobre, para quem receitava gratuitamente e às vezes fornecia o remédio. A sua especialidade era tratar de crianças. Hoje em dia todo o seu acervo constitui o Museu Dias da Rocha em Fortaleza.

 

Em análises de plantas oriundas da República Dominicana foi verificada a existência de ácido cianídrico na raiz, no fruto verde, nas folhas e nas flores. (1) Outros autores também confirmam estas análises, já que na África a casca da raiz contém ácido cianídrico e por isso são usados como venenos para pescar. (6)

 

Os índios Waimiri Atroari cultivam também a árvore. A infusão das folhas é usada para reduzir os níveis de glicose no sangue e na Guiana Francesa são usadas como sedativo. Na República Dominicana os frutos são usados como cataplasma para estimular lactação nas mulheres que estão amamentando. Extratos das folhas tem poderoso efeito hipotensor em cobaias. (6) (7)

 

A decocção dos rebentos novos das folhas é usada em Cuba contra a tosse para desobstruir os brônquios ou em fomentos contra as inflamações externas e para lavar os pés inchados. O refresco do fruto é indicado para hematúria (sangue na urina), assim como facilita a secreção urinária e alivia a uretrite. A infusão das folhas é considerada sudorífica. No eczema, coloca-se as folhas sob a forma de emplastro e se cobre com um pano. Segundo Grousourdy, em Cuba, as folhas e os brotos tem propriedades antiespasmódicas e estomáquicas e constituem um remédio popular muito útil contra as indigestões, já que facilitam as digestões difíceis. Os nativos, segundo Groussourdy, utilizam as folhas tenras molhadas com saliva nas carnosidades que aparecem no entorno das cauterizações, eliminando-as em muito pouco tempo e sem dor, não deixando cicatrizes. A polpa do fruto aplicada como cataplasma, durante 3 dias, sem trocar, nas feridas provocadas pelos bichos-do-pé (Tunga penetrans) elimina-os. Ao retirar a cataplasma, as chagas apresentam melhor aspecto e curam com maior facilidade. O pó das sementes trituradas é eficaz para matar piolhos. A tintura macerada com as sementes trituradas em bebidas destiladas tem propriedades vomitivas muito enérgicas. (4)

 

Na Venezuela, segundo Pittier, a graviola é conhecida também como guanábano, e as folhas, em infusão, são usadas para combater a diarréia. (8)

 

Em Angola, na África, os curandeiros negros empregam, em casos de disenteria e diarréia, a decocção das sementes trituradas. (5)

 

Em pesquisas mais recentes, o Prof. Edile de Medeiros Sampaio e colaboradores da Universidade Federal do Ceará (1974), reconheceram o potente efeito hipoglicemiante das folhas de graviola. (13)

 

No livro mais atualizado que existe no Brasil sobre plantas medicinais, o livro do Prof. Matos e de Harri Lorenzi, se reconhece os diversos usos medicinais baseados na tradição popular, registrados na literatura etnofarmacológica. Acrescenta que recentemente tem crescido muito o uso do chá das folhas como agente emagrecedor e medicação contra alguns tipos de câncer.

 

No citado livro, o estudo fitoquímico mostrou que as folhas contém até 1,8% de óleo essencial rico em beta-cariofileno, gama-cadineno e alfa-elemeno, enquanto que o obtido do fruto ésteres e compostos nitrogenados como substâncias responsáveis pelo seu aroma. Na composição química do fruto estão presentes açúcares, tanino, ácido ascórbico, pectinas e vitaminas A (beta-caroteno), C e do complexo B, enquanto nas folhas, casca e raiz desta planta vários alcalóides foram identificados descritos como reticulina, coreximina, coclarina e anomurina. Nas sementes, nas folhas, casca e raízes desta planta foram encontrados o ciclopeptídeo anomuricatina A e várias acetogeninas.

 

As acetogeninas formam uma nova classe de compostos naturais de natureza policetídica de grande interesse para farmacologistas e químicos de produtos naturais em todo o mundo, por serem farmacologicamente muito ativas como antitumoral e inseticida, sendo a mais ativa delas a anonacina; uma outra substância desta classe mostrou intensa atividade contra o adenocarcinoma do cólon (intestino grosso), numa concentração 10.000 vezes menor do que a adriamycina, quimioterápico usado para tratamento deste tipo de tumor. Descobertas como estas tem provocado uma grande procura por folhas de graviola, cuja negociação pelas empresas de cultivo com os laboratórios de pesquisa e de produção de fitoterápicos especialmente do exterior, alcança quantidades da ordem de toneladas. O amplo emprego desta planta nas práticas caseiras da medicina popular e seus resultados positivos, além da grande disponibilidade de material no Brasil, são motivos suficientes para sua escolha como tema de estudos químicos, farmacológicos e clínicos mais aprofundados, visando sua validação como medicamento antitumoral. (15) (16)

 

No XVI Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil em outubro de 2000, foi apresentado um trabalho mostrando um novo método de extração de acetogeninas das sementes da graviola, já que pelo processo clássico de extração por solventes as dificuldades são grandes em função da riqueza de ácidos graxos neutros contidos nas sementes. No entanto se obtém um índice de extração de acetogeninas de 17% através da extração por fluido supercrítico (SFE). (20) Evidentemente busca-se eficiência na extração das acetogeninas em função de sua atividade antitumoral comprovada.

 

Em 16 de julho de 2007 o Globo Repórter (http://www.youtube.com/watch?v=u7Z6cEUshDQ) fez uma reportagem sobre a graviola, entrevistando inicialmente a empresária e fitoterapeuta (*) Leslie Taylor que importa 400 toneladas de folhas de graviola do Brasil, do Peru e do Equador, para produzir o fitoterápico N-Tense, um composto de graviola com mais 7 plantas brasileiras. O produto é utilizado no tratamento do câncer e a empresa Raintree, com sede em Austin, distribui o medicamento para 400 médicos nos Estados Unidos, que vem obtendo bons resultados com o produto. Não podem anunciar os resultados porque a vigilância sanitária nos EUA não permite que sejam divulgados os tratamentos feitos com medicamentos oriundos de plantas medicinais. Na Alemanha, o Dr. Helmut Keller utiliza o mesmo medicamento produzido nos EUA com resultados surpreendentes. Um paciente conseguiu fazer desaparecer um câncer da bexiga em 3 semanas de tratamento! A empresária obteve as informações sobre a graviola de um grande laboratório nos Estados Unidos que desistira de patenteá-lo porque não tinha conseguido sintetizar a substância ativa, no caso, uma das acetogeninas.

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Reforma Z

Zarcão
Subproduto do chumbo, de cor alaranjada. Evita a ferrugem.

Zincado
Material que foi revestido de zinco. O revestimento de chapas de ferro dá origem às telhas de zinco usadas em coberturas ou telhados quase planos, com pouca inclinação.

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Reforma V

Vala
Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou eléctricas.

Vão
Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas.

Varanda
Alpendre grande e profundo. Ver Sacado.

Vedação
Ato de vedar. Fechar.

Verniz
Solução composta de resinas sintéticas ou naturais que trata e protege a madeira e o betão armado.

Vidro aramado
Aquele que tem uma trama de arame no seu interior para torná-lo mais resistente.

Vidro temperado
Aquele que passa por um tratamento especial de aquecimento e rápido arrefecimento para torná-lo mais resistente a impactos.

Viga
Elemento estrutural de madeira, ferro ou betão armado responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas.

Vigota
Pequena viga.

Vinil
Tipo de plástico apropriado para revestir pisos e paredes.

Vitrificado
Material que assume a aparência do vidro. Muitas vezes, resulta da aplicação de uma camada de vidro sobre outro material.

Volumetria
Conjunto de dimensões que determinam o volume de uma construção, dos agregados, da terra retirada ou colocada no terreno, etc.

Voluta
Ornato em forma de espiral que aparece nos capiteis de colunas clássicas, especialmente nas jónicas.

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