No fim de 2006, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu a alteração da cobrança das contas de telefone de pulsos para minutos. As operadoras têm até julho para concluir o processo e, em algumas localidades, a cobrança já está sendo feita por minutos.
No entanto, muitos consumidores ainda estão desorientados sobre o que vai mudar, qual plano escolher e como isso vai afetar diretamente no bolso. As informações estão dispersas de tal maneira que, ontem, a Anatel proibiu que as telefônicas divulguem planos alternativos, que não têm as regras rigidamente definidas pela agência, e podem confundir ainda mais o consumidor.
Mas vamos tentar explicar um pouco como vai funcionar: quando o consumidor faz uma ligação local de um telefone fixo, ele paga um serviço chamado pulso, que aumenta de acordo com o tempo de conversação. Cada pulso pode durar até quatro minutos. Essa forma de contagem, no entanto, é considerada muito imprecisa, pois o pulso pode durar alguns segundos ou minutos. Com a mudança, os consumidores pagarão pelos minutos falados.
A Anatel estabeleceu que as companhias de telefone informem ao consumidor como optar pelo melhor plano de acordo com os diferentes perfis. Dois planos serão oferecidos: um básico e um plano alternativo, que foi chamado de PASOO (Plano Alternativo de Serviços de Oferecimento Obrigatório).
Segundo especialistas, o novo sistema vai pesar, principalmente, no bolso de quem usa internet discada e fala muito ao telefone. A conversão, no entanto, beneficiaria os consumidores que fazem ligações mais curtas, de até três minutos. Além disso, o consumidor terá mais controle sobre o tempo de conversação.
Como vai ser a cobrança? No horário normal, o plano básico vai cobrar um mínimo de 30 segundos, e o tempo de utilização adicional é tarifado a cada seis segundos. Somente serão tarifadas as chamadas com duração superior a três segundos. No plano alternativo, será cobrado uma Tarifa de Completamento de Chamada, além do tempo de utilização, que é tarifado a cada seis segundos. A tarifa de completamento equivale ao valor de quatro minutos.
Já no horário reduzido, será cobrado um Valor por Chamada Atendida (VCA), equivalente ao valor de dois minutos, a cada ligação completada, independente do tempo de utilização. Isso no plano básico. No plano alternativo, cobra-se uma Tarifa de Completamento de Chamada, equivalente a quatro minutos, por chamada completada, independente do tempo de utilização.
Para entender como será cada tarifa, o Instituto Brasileiro de Defesa de do Consumidor (Idec) publicou tabelas e comparações entre os planos e de acordo com o perfil de cada um. Confira aqui e aqui.
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11 , Agosto , 2007 as 7:52 pm
As contas de telefone continuam sem explicação lógica, ou seja sem ninguém entender, vez que todo serviço prestado tme que ser medido e demonstrado ao consumidor e isto esta sendo feito de forma unilateral,tornando-se uma veradadeiro desrespeito ao consumidor que devia ter instalado em sua residencia um medido de pulso ou de minutos para acompanhar a sua demanda.Acredidito que o governo esta sendo omisso no sentido, visto não estar providenciando a exigencia do procedidmento. Também, como existe o bina que registra os telefones discados, poderia ser acrescentado ao aparelho uma contagem dos minutos também. Acho que é só uma questão de interesse em demonstrar qualqidade e apresnetação do consumo para os usuários.
Vamos ‘a frente Brasil, mostre sua cara limpa, sem máculas, sem corrupção, sem enganação.